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© 2019 por Katia Hardt

E por falar em Ego....

19/10/2016

 

Você já reparou que quando o assunto é raiva, intriga, revolta, inveja, competição, ciúme, ganância e todas as mazelas humanas, lá estão sempre presentes a nossa pior parte e o grande vilão que denominamos de ego?

Para alguns, isso fica muito evidente, para outros nem tanto. De alguma forma, vivemos estas situações quase que diariamente. E quem não já se deparou com uma situação assim?

Em contra partida, sabemos que em todos nós também habita a melhor parte.

Pois é, será que conseguimos reconhecer qual parte de nós esta sendo manifestada? Conseguimos agir de forma sábia?

Todos os dias a natureza também nos mostra seu lado sombrio ou sua melhor parte, não é?

Quando o dia está nublado ou chuvoso, isso pode ser pior para uns e melhor para outros.  

Para o agricultor a chuva pode ser providencial, já para o ambulante pode ser um prejuízo.

Quando o dia está ensolarado, para o turista é o ideal, mas para um jardineiro pode ser um tormento.

Um tornado pode destruir uma cidade inteira, mas também pode trazer renovação.

Da mesma forma, há pessoas que são verdadeiros mestres na arte de perturbar, provocar e  fazer as “sementes do ego” se aflorarem, tornando algumas situações negativas.

Porém, de outro ponto de vista, essas mesmas pessoas também podem ser muito valiosas, no sentido de colaborar com a nossa evolução enquanto seres nesse mundo.

Então, considerando que a própria natureza não é excludente, seria sábio apreciar a vida apenas olhando para a melhor parte de todas as coisas?

Ao adentrarmos num estado “epidêmico egóico”, ou seja, aquele surto de ego,  é incrível como manifestamos nossa pior parte, passamos a ver as coisas de forma parcial, a ver o semelhante como uma ameaça, como um concorrente e fatalmente o reflexo disso é nos ver separados desse todo.

Portanto, seria hipocrisia e incoerência de nossa parte, não reconhecer que hora ou outra, lá está a sombra do ego dando as caras, não é?

Mas nem sempre temos coragem de assumirmos a responsabilidade por nossas ações equivocadas.

O que fazer então com as situações de desagrado? Agir no modo consciente ou reagir no modo automático?

Talvez tomar as experiências como uma oportunidade de aprendizado, fosse a melhor escolha para não se repetir a lição.

Dessa forma, se pretendemos viver na paz que tanto queremos, precisamos buscar o exercício constante da paciência e tolerância nas situações que a vida nos coloca, pois sempre haverá as duas faces, da luz e da sombra. Por isso, penso que compete a nós observar o todo pela ótica da imparcialidade, compreendendo que cada ser tem sua função nesse sistema e um ritmo de amadurecimento, porque é fato que não há um ser totalmente imperfeito, nem tão pouco um ser totalmente perfeito dentro desse plano evolutivo.

O desconforto de hoje, poderá ser o bem estar num outro momento que ainda vamos viver.

O conflito de hoje, poderá ser a paz duradoura de amanhã. A “pior parte” de hoje, poderá ser a melhor parte de amanhã.

Assim sendo, o estado “epidêmico egóico” que muitos de nós vivenciamos, pode tornar-se uma consciência desperta num futuro e que sá, emanar luz aos menos favorecidos.

Feliz daquele que passa pela perturbação e desagrado, sabendo aproveitar a oportunidade para limpar do “jardim interior” as sementes daninhas plantando as sementes do bem.

Sejamos a melhor parte de nós e busquemos a melhor parte em todas as criaturas, situações e acontecimentos.

Quem vive sua melhor parte, constrói para si uma realidade de um mundo de harmonia, nessa realidade não existe raiva, nem ganância, nem a competição, nem a ingratidão, nem melindre, pois se somos um com o todo, o todo está em nós e nós somos o todo.

Viver a vida no Yoga, é estar em união com esse todo, é agir pensando no coletivo sem se ver separado dele, se o todo está em nós, nós somos todo.

Transmito o conhecimento do Yoga há mais de 15 anos e isso me dá a esperança de um dia  manifestarmos nossa melhor parte assumindo uma atitude de Yoga.

Por Katia Hardt

 

 

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